MIL MANOS ART
Como tudo na vida muda, também a Mil Manos Art evoluiu desde o seu início. Este projeto, que durante muitos anos foi gerido por duas pessoas, tomou um novo rumo e hoje segue adiante enquanto empreendimento apoiado de forma constante e valiosa. Ainda assim, precisa de muitas mãos para se sustentar. No fim, na vida, só avançamos coletivamente — e foi precisamente isso que aconteceu com este negócio.
SOBRE NÓS
O meu nome é Rebeca Giner Sánchez e sou a face visível deste projeto. Defino a nossa marca como um projeto dedicado à criação, ao design e à escolha consciente de joias artesanais. As primeiras peças nasceram de conhecimentos simples de macramé e outras técnicas; com o tempo e a prática, crescemos e aprofundámos este ofício. Depressa percebemos que podíamos construir uma marca própria, ainda que as nossas peças, pela sua natureza, fossem direcionadas a um público muito específico.
Sempre apreciámos o artesanato de diferentes territórios — pela sua beleza, história e valor humano. Por isso, desde o início, decidimos unir as nossas criações às de mestres artesãos de vários locais, honrando os seus trabalhos, os seus territórios e a sua soberania cultural.
CREACIÓN · DISEÑO · SHOWROOM
É na nossa pequena casa-oficina que nascem as peças e os seus designs. Depois de tantos anos de relação com outras artesãs, muitas das nossas peças são concebidas em colaboração com elas.
Apesar de estarmos cada vez mais especializadas em macramé, continuamos a explorar e a aprender novas formas de fazer. Em algumas ocasiões, a nossa casa transforma-se num pequeno showroom, onde mostramos as coleções e recebemos quem deseja conhecer o processo de perto.
MERCADOS · ÉTICA
Também oferecemos peças realizadas em micromacramé, costura em espiral, marroquinaria, trança em couro e chaquira pertencente à arte wixárika. Estes produtos provêm de mercados de diferentes regiões do mundo, onde compramos diretamente a artesãos que definem os seus próprios preços. Temos consciência de que operamos a partir de um contexto económico privilegiado e de que muitas das dificuldades vividas nesses territórios estão profundamente ligadas a modelos económicos e decisões históricas originadas no Norte Global. Por isso, apostamos em relações comerciais justas, que apoiem o seu trabalho e contribuam para que os seus ofícios sejam valorizados, divulgados e remunerados de forma digna — sem paternalismos nem hierarquias.